domingo, 25 de dezembro de 2011

SERRA GAÚCHA 2003 - UM FRIOZINHO GOSTOSO E UMA XING-LING PRIMITIVA

Quarto do Poeta Mário Quintana-Hotel Majestic
(Casa da Cultura Mário Quintana, Porto Alegre)
Em julho de 2003, mês frio de Inverno na Serra Gaúcha, chegamos em Gramado depois de uma parada em Porto Alegre.  Passamos ao todo uns 15 dias entre a Serra e a capital gaúcha.  O espaço seria pequeno para descrever essa maravilha de viagem. Por curiosidade, para quem gosta do tema e também de fotografia, lembro aqui, rapidamente, alguns momentos passados entre Canela, Gramado e Nova Petrópolis. Voltarei depois com mais fotos de Cambará do Sul, São Francisco de Paula, Bento Gonçalves, Caxias, Porto Alegre, Três Coroas, etc.




Pinheiro gigante, em Nova Petrópolis
Para o  post de hoje escolhi essas fotos por terem sido feitas com a primeira câmera digital que possui.  
Comprada em início de 2003, era uma quase buginganga:  pequena, carcaça de plástico azul, com uma ridícula memória de 1 Mb, em que mal caberia uma foto qualquer feita por um bom celular, hoje em dia.  Mas, pelo tamanho reduzido, em comparação com minha grotesca, enorme e pesada Zenith russa, que também poderia servir como arma de defesa num eventual assalto, ou quem sabe para partir um côco, ou bater uma estaca, até que esta maquininha quebrou o galho em alguns passeios.

A Serra Gaúcha é um lugar maravilhoso, natureza plena e pura, frio gostoso no Inverno, que nos proporcionou, inclusive, temperaturas negativas em alguns dias.  Não tivemos a sorte de ver neve, mas geava, quase toda noite lá para as bandas de Cambará do Sul e São Francisco. Fizemos passeios maravilhosos por diversas regiões da Serra.  Eu tinha alugado um carro em Gramado e o entreguei antes de voltar (como cheguei) num ônibus confortável, no percurso Porto Alegre/Gramado, somente para evitar dirigir nessa subida/descida de Serra muito movimentada e perigosa.  

Foto em Canela, caracterizados como imigrantes alemães
Divirtam-se, então com as “fotinhas” da minha mini-mini câmera digital (e agora, como era mesmo o nome dela ? )... Sei não, essas  “xing-ling” às vezes nem nome têm.. Mas foi com ela que experimentei a rapidez das fotos digitais e aderi à moda, quando voltei, comprando em setembro daquele ano, uma “Sony Cybershot P-72” que usei por algum tempo com excelentes resultados. 
Lago Bier - Gramado

Cascata do Caracol-Canela

3 comentários:

  1. ALUIZIO E INES FARIAS26 de dezembro de 2011 10:39

    FRED E DINHA, ANTES DE TUDO UM FELIZ NATAL E 2012 ABENÇOADO E QUE O MENINO DEUS OS CONCERVE COM ESTE ESPÍRITO DE CRIANÇA.
    TEMOS O PREVILÉGIO DE FAZER PARTE DE SUA COMUNIDADE ONDE SUAS CRÔNICAS E CONTOS NOS LEVA AS SERRAS E AOS MARES, AO PRESENTE E AO PASSADO.
    (SEU AMIGO ALUIZIO CONTINUA DIZEND QUE NÃO QUER SABER DE INTERNETE, MAS TENHO QUE LER PARA ELE TODAS AS SUAS MENSAGENS). ATÉ A PRÓXIMA.

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  2. Meus queridos amigos Aluísio e Inês.. Vcs têm feito falta, por aqueles papos tão agradáveis e uma vizinhança tão bacana. As ocupações da vida diária não permitem mais contatos frequentes, mas vamos ver se neste ano que vem dá pra passar aí em Aldeia pra matar a saudade da casa azul (que já mudou de dono de novo, né?) Abraços e felicidades !

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  3. Belas fotos, Fred, apesar da câmera. rs. o que vale é a recordação e tudo que carrega, não é? Vou guardar a foto do quarto do Mário Quintana(posso?) e sonhar um dia ir até lá tirar mais algumas fotos, com qualquer câmera, já que para lembrar dos bons momentos se não tiver a melhor- ou uma mais ou menos- vale qualquer coisa(claro que não é literalmente. rs. Abraço!

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